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Períodos Glaciais e Interglaciais: uma transição de fase?

Document Actions * Send this page to somebody * Print this page Discussões sobre temas de interesse da disciplina Em 2002 iniciamos um tema sobre uma possível mudança climática dramática, que seria "iminente". Alguém quer retomar esta discussão? O material antigo encontra-se aqui: O artigo de Fernando Pedreira faz a gente pensar sobre o fim de tudo. Confesso que pra mim o assunto também causa efeito espiritualmente reconfortante, mas apenas em um sentido espiritualista de renovação e recomeço, e não no sentido que o autor expôs de usar o neocatastrofismo ironicamente como uma maneira de acabar com os avanços da humanidade. Será que com todos os avanços que conseguimos não haverá como postergar a espécie e o conhecimento até a próxima era interglacial? Será que isso já não aconteceu antes, e seria ingenuidade nossa acreditar que a humanidade só surgiu na atual era interglacial, mesmo sabendo que já houveram tantas outras? Não querendo ser polêmico, muito menos causar risos, ma...

Biodisel

Tangará da Serra investe em experiência para produção de Biodiesel Thiago Santos / Redação ds Em janeiro passado, os EUA, anunciaram um programa de pesquisa para o desenvolvimento de tecnologias que ofereçam uma alternativa ao petróleo. Hoje, a procura de fontes mais baratas e limpas de geração de energia é uma das grandes preocupações em todos os países, inclusive no Brasil. Em 30 de outubro de 2002 foi lançado o Programa Brasileiro de Biodiesel. Desde então diversas pesquisas vêm sendo desenvolvidas no setor e as primeiras usinas de produção de biodiesel, uma alternativa ao diesel derivado de petróleo, já estão em funcionamento. Após três anos de pesquisa, a Universidade de Brasília (UnB), criou recentemente a sua primeira mini-usina, com capacidade de produção de 250 L de óleo por dia. A Universidade do Estado de Mato Grosso (Unemat) também coordena projetos de pesquisa com biocombustíveis. O campus de Barra dos Bugres desenvolve trabalhos de aperfeiçoamento de motores que u...

Albert Sabin

Cientista norte-americano de origem russa, nascido em 1906. Nascido em Bialyostok, emigrou com sua família para os Estados Unidos em 1921. Formado em Medicina pela Universidade de Nova York (1931). Durante o período de 1932-1944 trabalhou como médico interno no Bellevue Hospital, um dos mais conceituados dos Estados Unidos. No período 1934-1935 fez curso de pós-graduação no Instituto Lister, de Medicina Preventiva, de Londres, Inglaterra. Posteriormente, trabalhou no Instituto Rockefeller, para pesquisa médica. Foi professor de Pesquisa Pediátricas da Universidade de Cincinatti. Desde o ano de 1931, quando se graduou, dedicou-se ao estudo e pesquisa de poliomielite, tendo sua vacina sido aprovada em 1956, após 25 anos de pesquisas. A morte de um amigo, em conseqüência da mordida de um macaco, fez com que o Dr. Albert Sabin, que fora cientista antes de se dedicar à medicina e à microbiologia, iniciasse uma longa série de estudos sobre vírus. Após 25 anos, suas pesquisas resultaram num...

Gripe Aviária

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De acordo com a OMS (Organização Mundial da Saúde), nos últimos três anos, o número de pessoas confirmadas com o vírus H5N1, que provoca a forma letal da doença para seres humanos, aumentou de apenas três para mais de 140. Quase metade dos casos se revelaram fatais. Leia as perguntas e respostas abaixo para saber mais sobre a gripe aviária: O que é gripe aviária? Como humanos e outras espécies, aves também são suscetíveis à gripe. Clique aqui para ver gráficos e ilustrações explicando melhor a ameaça Existem 15 tipos de gripe aviária ou do frango. As variedades mais contagiosas, que são geralmente fatais em aves, são a H5 e H7. O tipo que está causando preocupação é a variedade H5N1, que pode também ser fatal para humanos. Aves selvagens migratórias, principalmente patos selvagens, são os portadores naturais dos vírus, mas costumam não desenvolver a infecção. O risco é que estas aves transmitam o vírus para aves domésticas, que são bem mais suscetíveis ao vírus. C...

Por que a água do mar é salgada?

Um mergulho já é o suficiente para perceber: a água do mar tem sal! Mas por quê? A resposta não poderia ser mais simples: porque existem muitos sais dissolvidos nela. Estamos falando de sais minerais semelhantes aos que circulam pelo nosso corpo, como o sódio, o magnésio e o cloro. Para entender como esses sais chegam até o mar, é preciso conhecer um processo chamado intemperismo. Ele é responsável pela decomposição das rochas e funciona assim: quando a água da chuva chega ao solo, ela traz substâncias dissolvidas e também arrastadas durante sua passagem pela atmosfera. Já na terra, à medida que passa através das rochas, essa água continua dissolvendo materiais. No final, a água que bebemos é a mesma que já lavou a crosta terrestre. Por isso, a “água doce” também contém sais dissolvidos. Só não sentimos o gosto porque, em geral, a quantidade de sal é muito baixa. No final de todo esse caminho, é justamente esta água, “não tão doce”, que chega até os oceanos, através dos rios, que...

Combustíveis

Biodiesel gera polêmica em congresso gaúcho A Lei 11.097, de 13 de janeiro, define o programa brasileiro para o biodiesel, mas como boa parte das normas ditadas por Brasília, parece estar desconectada da realidade. Conforme essa lei, desde 20 de maio, o combustível vegetal pode ser adicionado ao diesel mineral na proporção de 2% (B2) em caráter facultativo. Em 2008, a mistura se tornará obrigatória. No mesmo ano, quem quiser operar com 5% (B5) poderá incrementar a formulação. Em 2013, o B5 será obrigatório. Só faltou dizer de onde sairá a matéria-prima. Dentre as diversas culturas, o País produz aproximadamente 5,5 milhões de toneladas de oleaginosas. Como o volume em sua grande maioria está comprometido com a indústria alimentícia, teoricamente o país poderá terminar 2005 com um máximo de 0,9% de biodiesel adicionado ao combustível mineral. Para chegar a 2%, a agricultura terá de oferecer pelo menos 800 mil metros cúbicos por ano de óleos vegetais, mais que o dobro do disponível...

EMBALAGEM

Seminário mostra tendências de embalagem de alimentos O Seminário Internacional de Embalagem, dia 25 de maio, no Palácio de Convenções de Anhembi, em São Paulo, organizado pelo Centro de Tecnologia de Alimentos (Cetea) e a Associação Internacional dos Institutos de Pesquisa em Embalagem (Iapri), foi uma ótima oportunidade para técnicos se atualizarem com tendências internacionais da área, como alimentos funcionais, embalagens bioativas e inteligentes e biopolímeros. Coube ao pesquisador do Instituto Agroquímico e de Tecnologia de Alimentos (Iata) da Espanha, Jose Maria Lagaron, a exposição da primeira palestra, dedicada às embalagens bioativas e à produção de alimentos funcionais. Esses produtos gozam de boa percepção pelos consumidores, pois oferecem outros benefícios além de seu valor nutricional incorporado em determinados componentes. Os produtos com aditivos bioativos são principalmente bebidas e laticínios (em menor escala) e seu consumo cresce muito mais rápido do que o...